terça-feira, 23 de outubro de 2012

Stevia: o melhor dos adoçantes




Stevia rebaudiana

Um doce presente da Natureza, que analizado em laboratório mostrou ser 300 vezes mais doce que açúcar de cana. Não tem calorias e ainda é diurética. Muito indicada aos diabéticos.
A stévia é uma planta da família das margaridas. Sua folha possui um gosto muito doce. Seu princípio doce, o glicosídeo, foi primeiramente isolado na Alemanha em 1908. Mas, já era usada anteriormente por índios Guaranis devido a suas propriedades medicinais.
Hoje em dia, tem sido usada também como adoçante natural.

ORIGEM DA STÉVIA

O uso da stévia para melhorar o sabor de alimentos e bebidas começou há séculos atrás, nas Florestas Tropicais do Paraguai e do Brasil, habitadas pelos índios Guaranis. É amplamente conhecida e usada na Coréia, Tailândia, China e Japão.
Os primeiros estudos com stévia foram publicados já em 1800. A primeira descrição da stévia foi publicada em 1899, pelo Dr. Moisés Santiago Bertoni do Paraguai.
De acordo com o folclore, os índios Guaranis do Paraguai usam esta erva há 2000 anos. Estima-se que no século passado, muitos usuários consumiram 5 a 10 gramas diárias de stévia na erva-mate quente e no café. Apesar do uso desta quantidade significativa, não foi relatado nenhum resultado nocivo da ingestão continuada da stévia.
No Japão a stévia está sendo usada como adoçante natural há 30 anos e também não apresentou efeitos colaterais, nem efeitos contraceptivos como os descritos mais abaixo.
O glicosídeo, princípio doce da stévia, foi primeiramente isolado na Alemanha por P. Rasenack, em 1908. Em 1921, um encontro na Dinamarca foi o início do interesse crescente pela stévia.
Quando os Guaranis descobriram as numerosas propriedades curativas da stévia, passaram a considerá-la um tesouro sagrado.
Era usada para refrescar a boca e para reduzir o gosto acentuado da erva-mate. Relata-se que os paraguaios usavam stévia para adoçar bebidas alcoólicas e para melhorar o gosto do tabaco. Também preparavam pequenas cápsulas que o curandeiro da tribo dava a todas as pessoas com fadiga física e emocional ou o que nós conhecemos hoje como diabetes. Também aprenderam rapidamente sobre sua ação tônica sobre o estômago – algumas folhas em água quentes traz alívio para um estômago sobrecarregado, em apenas alguns minutos.
Aprenderam que em casos de apatia, letargia e tontura, a ingestão do líquido de stévia concentrado (retirado da cocção das folhas de stévia, possuindo coloração marrom e intensamente doce), restauraria energia e alerta mental.
Começaram a aprender que este mesmo líquido poderia curar quase todos os tipos de cortes e dores do corpo e lábios, inclusive dentro da boca e tinha um tempo de validade de anos. Também aprenderam que poderia ser usado para curar numerosos tipos de problemas de pele, até mesmo suavizando a pele e reduzindo rugas.
A stévia pode ser cultivada a partir de mudas da “planta-mãe”, já que eles aprenderam que as sementes tornam-se rapidamente inférteis.
Stevia

STÉVIA

É uma planta da família das Compositae (margaridas), produzindo pequenas flores brancas. O dulçor das pequenas folhas, em forma de lança, dependem das horas de exposição solar da planta. Mas, uma vez que a planta floresça, o dulçor das suas folhas diminuem significativamente. Portanto, a oportunidade de colher folhas de qualidade máxima é relativamente curta. O agricultor deve escolher entre produzir folhas de qualidade e colher sementes.
A planta é delicada e requer cuidados do momento do plantio até o dia da colheita. Temperatura, umidade, métodos de cultivo e freqüência da irrigação são críticas na sua sobrevivência. Apesar de crescer bem em outras partes do mundo, cresce melhor no clima quente e úmido dos sub-trópicos. A China é, atualmente, o maior produtor de stévia, porém suas folhas não são tão doces como as folhas da América do Sul. Isto também pode estar relacionado com a poluição do ar e deficiência do solo da China. Na América do Sul o ar é mais puro, o solo e água não são tão poluídos e os dias repletos de sol são longos e úmidos.
Um cultivo em casa pode ser difícil para principiantes, e dificilmente produzirão folhas de alta qualidade
O que faz a stévia ser tão atraente como um adoçante é que estudos demonstraram que o corpo humano não digere, nem metaboliza este glicosídeo intensamente doce. Ele não se modifica durante a passagem no trato gastrointestinal, sem ser assimilado. Assim, não obtemos calorias da stévia pura e de todos as formas de consumo, possuindo um índice glicêmico igual a zero.
Apesar disso, as folhas de stévia são altamente nutritivas, contendo vários nutrientes deficientes na alimentação diária, entre eles:
Sais minerais como
Alumínio, Cálcio, Cromo, Cobalto, Flúor, Ferro, Magnésio, Manganês, Fósforo, Potássio, Selênio, Sódio, Estanho, Zinco;
Vitaminas como
Ácido ascórbico (vitamina C), Beta-caroteno (precursor vitamina A), Niacina, Riboflavina, Tiamina (vitaminas do complexo B);
Outros
Cinza, Astroinulina, Dulcosídeos, Fibra, Rebaudeosídeo, Silicone, Steviosídeo e água
Glicosídeos diterpeno, inclusive um flavonóide chamado Rutina
Óleo essencial com 53 componentes, incluindo óleo de cânfora e limoneno
Flavonóides como Apigenina, Luteolína, Kaempherol, Quercitrina e Quercitina
Steviol (alguns estudos referem que este steviosídeo age como um hormônio do crescimento, estimulando o crescimento de certas plantas e vegetais)
Vitamina K
Apesar de não estar presente na lista, ela está presente nas folhas, pois é produzida pelas folhas das plantas verdes, durante o processo de fotossíntese;
Clorofila
Também falta na lista, mas está presente em todas as folhas e plantas verdes e, conseqüentemente, na stévia também.
Apesar de alguns destes nutrientes talvez não estarem presentes em quantidades suficientes para produzir o efeito terapêutico sozinho, em conjunto, podem produzir efeitos interessantes.
Lista de problemas onde a Stévia pode ajudar:
Alteração do metabolismo dos carboidratos (diabetes ou hipoglicemia), inclusive para controle do apetite e do peso
Hipertensão
Baixa imunidade (melhora de gripes e resfriados)
Jet-leg e mal-estar geral
Fadiga
Queimaduras
Cortes (sem deixar cicatriz)
Dor
Problemas de pele
Sangramento de gengivas e higiene dental
Cicatrização de herpes labial
Desconfortos digestivos
Dor de garganta
Rugas faciais e controle da acne
Energia mental e física
Reduzir desejo de fumar
Inibidor do crescimento, e até mesmo a destruição de certos vírus e bactérias nocivas (inclusive bactérias orais)

FORMAS PRESENTES NO MERCADO

1) Folhas
São usadas para adocicar água, chá, outras bebidas, sopas, molhos e outros alimentos. Refrescam a boca, sendo apenas colocadas na língua – o frescor e limpeza sentidos podem durar horas.
Também podem ser usadas em substituição às folhas do tabaco. Caso não encontre folhas de stévia, pode-se usar as folhas dos saquinhos de chá de stévia. Para obter uma máxima sensação de gosto, não se deve mastigar as folhas inteiras, pois libera componentes amargos (apesar de serem amargos, também tem constituintes terapêuticos). Ao contrário do tabaco, se as folhas forem engolidas, não são nocivas, mas terapêuticas.
2) Folhas moídas
Você pode salpicar as folhas moídas sobre a comida, como se estivesse usando um outro tempero. Mas, aplique pouco, pois é mais fácil adicionar mais acaso precise. Adicione-as durante o cozimento ou quando a comida ainda estiver quente, pois o sabor doce é liberado mais facilmente quando a stévia é aquecida. Podem ser usadas em molhos de churrasco, molho agridoce, sopas, feijões, pizza, molho de maçã, pães, massa de biscoitos (ou salpicados sobre o pão e biscoitos), em saladas, temperos de saladas, etc..
3) Chás em Saquinhos
Podem ser usados para fazer uma bebida deliciosa e altamente nutritiva. 1 saquinho pode adoçar 2 a 6 copos de água ou outra bebida de gosto suave, dependendo do gosto desejado. Pode ser usado em bebidas quentes ou frias, porém nas bebidas frias leva mais tempo para liberar o glicosídeo doce da stévia. Para bebidas frias, é aconselhado fazer primeiro o chá de stévia e, após 3 ou 5 minutos, adicione gelo para acelerar esfriamento.
Quando frio, então, adicione o chá ou concentrado a outras bebidas, como desejar. O concentrado doce também pode ser reservado em geladeira e usado aos poucos. Se usarmos bebidas adoçadas com stévia, isto irá reduzir o desejo das crianças por doces, ao mesmo tempo em que reduzirá o potencial para desenvolvimento de cáries, pois melhora a higiene oral. Observe que o preparo de chá ajuda na esterilização das folhas, que podem estar transportando bactérias.

Retenção de Água

Stévia é um diurético natural e suave. O excesso de água no organismo pode aumentar o peso, a fadiga física, a pressão arterial, enquanto pode reduzir a habilidade mental e digestão efetiva. A stévia ajuda o organismo a eliminar este excesso de água.

Contra-Indicações

Pelo que se sabe, nunca foi relatado nenhum efeito colateral do uso continuado de stévia, podendo ser usado como desejado, para dar sabor e adoçar os alimentos.

ADUBO

Todas as folhas de stévia podem ser usadas como adubo nas plantas de jardins ou vasos.

ADOÇANTE NATURAL

O extrato doce da stévia é chamado steviosídeo.
Folhas de boa qualidade podem ser 30 vezes mais doces que o açúcar e os glicosídeos, ou seja, os vários constituintes doces da stévia, podem ser 250 a 400 vezes mais doces que o açúcar e não possuem calorias.
As folhas de stévia liberam seu dulçor mais rapidamente em água quente e mais lentamente em água fria.
Pode ser adicionado à inulina ou frutooligossacarídeos encontrados na chicória, que são alimento para a flora intestinal benéfica.
Convém lembrar que uma vez que a planta floresça, o dulçor das suas folhas reduz.
As folhas usadas devem ter cor verde (não marrom) e conter pouco ou nenhum caule. As folhas comercialmente encontradas variam de acordo com o seu dulçor: de 15 a 30 vezes mais doce que o açúcar. Quando o poder adoçante for menor que isso, pode ser problema de pó sobre as folhas.
Ao comprar folhas de stévia, faça uma inspeção de qualidade: cheire-as e não poderão cheirar como sujas; experimente uma folha, colocando-a sobre a língua, sem mastigar para não liberar os componentes amargos – no começo o sabor será quase imperceptível, mas à medida que sua saliva começa a agira sobre a folha, o sabor doce irá ser sentido, tornando-se mais profundo nos próximos minutos.
Foi adicionada a alguns chás como “folha de mel”, para não escrever “chá doce” com o receio de questionamento do FDA.
Sendo substituto da sacarina, têm as seguintes vantagens:
Não é tóxica, mas, pelo contrário, é saudável, como mostrado em experiências e estudos
É um agente adoçante de grande poder
Pode ser usado diretamente no seu estado natural (pó das folhas, por exemplo)
Muito mais barato que a sacarina.
O Japão usa a stévia como adoçante desde 1970 e depois de todo este consumo de stévia, nunca foi relatado um caso de efeito colateral com ingestão normal de stévia ou steviosídeo.

AÇÚCAR

O açúcar é uma substância que engana o cérebro devido a sua rápida conversão em glicose no nosso corpo. O açúcar é, ao mesmo tempo, força e fraqueza do nosso corpo. Glicose é o combustível do nosso cérebro e corpo. Quando consumimos muito dele e utilizamos pouco, ele vai se acumular no nosso corpo, causando problemas nos nossos órgãos e tecidos.
Um estudo na Turquia revelou que, com o avanço da idade, o açúcar não tem mais um gosto tão doce e 45% das mulheres do estudo revelaram que passaram a comer mais alimentos doces como resultado desta mudança. O uso de substitutos para o açúcar pode ajudar.

RECEITAS COM STÉVIA

Devido a stévia ser extremamente doce e não ter gosto idêntico ao açúcar, você deve aprender a cozinhar com ela nas suas diferentes formas, que variam de 30 a 300 vezes mais doce que o açúcar. É estável em temperaturas extremas e ácidos. É compatível a frutas ácidas e bebidas, inclusive limões e laranjas.
Não apenas melhora o gosto de alimentos e bebidas, mas também nutre o pâncreas e ajuda a manter os níveis normais glicemia (açúcar no sangue) e pressão sangüínea. Pode ajudar a destruir bactérias orais nocivas, reduzindo cáries e parando com sangramentos de gengiva.
Stevia Rebaudiana Bertoni é uma erva de sabor adocicado nativa do Paraguai. Foi descoberta pelo pesquisador Moisés Bertoni no final do século XIX e tem sido objeto de milhares de estudos desde então.
As folhas da estévia contém vários glucosídeos não calóricos, sendo os principais o Esteviosídeo e o Rebaudiosídeo A.
Estes adoçantes naturais são muito potentes, até 300 vezes mais que o açúcar comum, além de não possuírem calorias.
P ara complementar a nossa linha de chás com diferentes sabores ( Linha CUATE)
PROPRIEDADES DO ESTEVIOSÍDEO COMO ADOÇANTE E ADITIVO
O esteviosídeo é de 200 a 300 vezes mais doce que o açúcar. Ao contrário de outros adoçantes sintéticos, é estável ao calor e a diversos níveis de Ph, além de não caramelizar como o açúcar.
Fora os países asiáticos os primeiros a descobrirem as excelentes propriedades do esteviosídeo como adoçante e aditivo em todos tipos de produtos: refrigerantes, licores, comida congelada, sorvetes, aperitivos, energéticos , bebidas para desportistas, etc.
O esteviosídeo também tem um bom efeito sinérgico quando combinado com outros adoçantes, inclusive o açúcar.

MERCADO DE CONSUMO

Os principais mercados do mundo são Japão, China, Coréia do Sul e Malásia. Estima-se que o consumo anual do Japão seja em torno de 200 toneladas sobre um total de mil toneladas do sudeste asiático (2001) . A Índia também é um importante mercado, onde o governo incentivou o consumo de estévia, por ter uma das maiores populações de diabéticos do mundo.
Fonte: br.geocities.com

Stevia
Stévia é um adoçante muito usado em substituição do açúcar para pessoas que fazem dietas e regimes. Veja a origem desta planta que tem um poder fabuloso de adoçar de até 300 vezes mais que o açúcar que consumimos diariamente.

Classificação científica

Reino: Pantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Asterales
Família: Asteraceae
Gênero: Stévia
Stevia

Princípios ativos

Glicosídeos, Esteviosídio de 5 a 10%, Rebaudiosídio 2 a 4%, Dulcosídios, Óleo essencial, taninos.
Os adoçantes dietéticos são produzidos a partir de edulcorantes, substâncias naturais ou artificiais responsáveis pelo sabor doce. Eles possuem um poder de adoçamento muitas vezes muito maior que o açúcar de cana e são recomendados para dietas especiais como as de restrição, principalmente no diabetes e de emagrecimento. No mercado existem um grande variedade de adoçantes como o ciclamato, a sucralose, o acessulfame-K, o steviosídeo. A sacarina e o aspartame são os preferidos de grande parte dos consumidores.
Na época da colonização da América do Sul pelos espanhóis e portugueses, nas imediações do território paraguaio e regiões circunvizinhas, como Brasil, Argentina e Bolívia, habitavam os índios nativos tupi-guaranís. Estes indígenas constituíam um população ao redor de 400 mil indivíduos. Integrados à floresta e cultivando plantas especiais que utilizavam como remédios e alimentos. Os índios da América demonstraram o valor de plantas como a mandioca, a batata-doce, o algodão, o milho, a baunilha, o mate e muitas outras que hoje são universalmente conhecidas e cultivadas. Descobriram e ensinaram também sobre as propriedades da coca, da vanila, da quina, da salsaparrilha e dezenas de outras espécies medicinais.
Uma pequena planta, chamada de Kaá-Hê-ê, que em guarani significa erva-doce, era muito utilizada pelos índios para adoçar diversas preparações medicinais, já que suas folhas apresentavam propriedade extremamente doce. Embora conhecida dos índios e documentada pelos conquistadores espanhóis conforme documentos mantidos pelo Arquivo Nacional de Assunção, somente em 1887, esta planta teve sua primeira abordagem científica dada pelo naturalista Moisés Bertoni.
A partir de uma pequena amostra e alguns fragmentos de inflorescência o pesquisador determinou que a planta tinha certas características do gênero Stevia ou Eupatorium. Parte do material analisado foi enviado ao químico paraguaio, Ovídio Rebaudi, que realizou os primeiros ensaios químicos sobre a planta, publicados em 1900, na revista argentina Química e Farmácia. Numa homenagem ao pesquisador, Bertoni havia denominado a planta de Eupatorium rebaudiana.
Em 1905, após estudos botânicos mais aprofundados, Bertoni comprovou que se tratava realmente de uma Eupatoriae porém do gênero Stevia e assim denominou-a de Stevia rebaudiana. Mais tarde a Sociedade Botânica do Paraguai denominou-a de Stevia rebaudiana Bertoni.
O poder edulcorante da Stevia e do princípio ativo foi motivo de vários estudos.
Em 1913, baseado numa análise de um laboratório em Hamburgo, Bertoni anunciou o poder edulcorante da substância extraída das folhas de Stevia como sendo mais ou menos 180 vezes mais doce que o açúcar de cana.
Em 1931, após o isolamento e identificação do steviosídeo, principal princípio edulcorante da Stevia, Bridel e Lavielle anunciaram um poder edulcorante deste composto como sendo 300 vezes mais doce que o açúcar comum (2). Em 1959, Lawrence e Fergunson publicaram dados obtidos sobre o poder edulcorante do steviosídeo, que ficou estabelecido em cerca de 280 a 300 vezes que o da sacarose em seu limiar de dulçor

Fonte: www.dbq.uem.br

Stévia é o adoçante mais saudável e aspartame é o grande vilão




Antes de falarmos nos adoçantes artificiais e naturais, vamos ver o que de mais comum utilizamos para adoçar aquele cafezinho ou fazer o bolo da tarde.
O açúcar branco é um grande vilão da saúde! É totalmente refinado e obtido principalmente da cana-de-açúcar. No processo de refinamento há remoção completa de todos os nutrientes contidos na cana, sendo assim, ele é rapidamente digerido, absorvido provocando um rápido aumento dos níveis de glicose e alta deposição de gordura nas células.
Sonolência após refeição pode ser hipoglicemia
A primeira sensação com o consumo de açúcar é aumento da energia e bem-estar, mas da mesma forma que o aumento da glicose é rápido a queda se dá da mesma maneira. Os sintomas de hipoglicemia podem ocorrer de 1,5 horas até 2 horas depois do consumo de açúcar e envolve: queda dos níveis de energia, fraqueza, falta de concentração, depressão, ansiedade, irritabilidade, sudorese, dores de cabeça e tremor nas mãos. Isso é muito frequente acontecer e ser a causa daquela sonolência que dá depois das refeições, especialmente se consumiu muito carboidrato ou açúcar na mesma. A hipoglicemia também estimula novamente a fome, característica comum daqueles que consomem muito açúcar e carboidratos, a fome precoce logo depois de terem comido.
Alem da carência de nutriente, para o açúcar ser metabolizado, ele rouba do organismo cromo, selênio, magnésio e zinco envolvidos em múltiplas reações orgânicas como o controle sobre a própria vontade de carboidratos, favorece cãimbras, osteoporose, cólicas menstruais e redução da imunidade. Aliás, o açúcar hoje é um grande depressor do sistema imunológico e não deve ser consumido por aqueles que já tem redução da imunidade: indivíduos com herpes de repetição, problemas de cândida, HIV, infecções recorrentes de garganta, ouvido, etc.
Açúcar mascavo e mel favorecem ganho de peso
Açúcar mascavo e mel: são mais saudáveis do ponto de vista nutricional por conterem mais nutrientes, mas também provocam as oscilações desagradáveis na glicose que o açúcar barnco provoca e como já foi dito, favorecem o ganho de peso.
Os adoçantes dietéticos, também chamados de edulcorantes, são substâncias que apresentam um poder adoçante muito superior ao da sacarose (açúcar refinado) e, por isso, eles são utilizados em quantidades bem menores se comparado ao açúcar de mesa. Os edulcorantes possuem duas classificações:
Temos os adoçantes naturais que são: frutose, sorbitol, manitol e esteovídeo e os artificiais aspartame, ciclamato, sacarina, acessulfame-K, sucralose.
Adoçantes naturais
Frutose

Extraída das frutas e mel. É mais doce do que a sacarose (açúcar refinado) 173 vezes. Apresenta 4 Kcal/g e provoca cáries. As pessoas diabéticas devem utilizá-los com moderação.
Sorbitol

Encontrado na natureza em frutas e alga marinhas. Apresenta poder adoçante 50% menor do que a sacarose. Possui 4 Kcal/g. As pessoas com diabetes não podem utilizá-lo. É estável ao calor. Em combinação com outros adoçantes (sorbitol, acessulfame-K, aspartame, ciclamato sacarina ou esteovídeo) é empregado na fabricação de biscoitos, chocolates, goma de mascar e refrigerantes.
Polióis ou açúcar alcoólico(maltitol, sorbitol, manitol, eritritol, xilitol

São 60% tão doces quanto a sacarose (açúcar). São pouco absorvidos e nao causam aumentos súbitos nas taxas de açúcar do sangue, por isso podem ser usados com moderação por diabéticos. Os açúcares alcoólicos são encontrados em muitos alimentos industrializados sem açúcar, como doces, biscoitos, gomas de mascar, refrigerantes, pastilhas para a garganta, pastas de dente e antissépticos bucais. Confira os rótulos dos produtos. Atenção, pois uma única ingestão de 10 a 30g ou uma ingestão diária de mais de 40 a 80g de algum desses açucares podem provocar efeito laxativo. Isso ocorre porque os altos níveis de açúcar alcoólico que não são absorvidos pelo intestino podem causar inchaço, gases e diarreia.
Esteviosídeo - stévia

O seu poder adoçante pode ser 300 vezes superior à sacarose. Não contêm calorias. Extraído da planta stevia rebaudiana, planta nativa da América do Sul. Uma vez que a stevia é uma planta ela contém outras propriedades que complementam o seu poder adoçante. Estudos apontam o seu poder em suprimir o crescimento bacteriano nos dentes, regula a pressão arterial, tem poder diurético e de regular os níveis de açúcar no sangue. Não houveram ainda efeitos colaterais associados, por isso deve sempre que possível ser o edulcorante de escolha. O seu sabor doce não é afetado pelo aquecimento então pode ser utilizada em chás e outras bebidas, além do preparo de sobremesas em substituição ao açúcar. Existem diferentes marcas de estevia no mercado, cada uma com um sabor diferente. Alguns produtos oferecem a stevia associado a outros adoçantes (ex: ciclamato e sacarina) enquanto outros oferecem a stevia pura.
Artificiais ou sintéticos

Aspartame, ciclamato, sacarina, acessulfame-K, sucralose
Aspartame

É o pior deles e o que está mais relacionado a efeitos colaterais indesejáveis.
O aspartame é composto de ácido aspártico, fenilalanina, dois aminoácidos naturalmente encontrado nos alimentos. É de longe o edulcorante mais polêmico, e já se tem conhecimento de 92 efeitos colaterais associados ao consumo do aspartame, que podem iniciar gradualmente, podem ser imediatos, ou podem ocorrer a partir de uma reação aguda. Embora não se conheça todos os efeitos que o aspartame pode provocar a longo prazo, algumas pessoas são sensíveis ao aspartame e tem reações. Dor de cabeça é o principal efeito adverso atribuido ao consume de aspartame. Também vem sendo associado a ataques de pânico, alterações de humor, episódios de mania e alucinações visuais. Apresenta poder adoçante 220 vezes maior do que a sacarose e não deixa sabor residual. Seu valor calórico é de 4 Kcal/g Mas, graças ao seu alto poder adoçante, usa-se pequenas quantidades para se chegar à doçura desejada. Não é estável em altas temperaturas.
Sabidamente, devido aos efeitos estudados dos seus componentes o aspartame pode provocar:
· Reações alérgicas alimentares
· Dores de cabeça, enxaquecas
· Náusea
· Diabetes (o aspartame em indivíduos diabéticos pode favorecer as complicaces como neuropatia, retinopatia, catarata e pode provocar mal controle glicêmico em quem faz tratamento)
· Espasmos musculares
· Depressão
· Ganho de peso
· Perda de audição
· Irritabilidade
· Taquicardia
· Convulsão e epilepsia
· Alterações endócrinas como aumento de cortisol e prolactina.
· Dores articulares
· Doenças autoimunes
· Degeneração cerebral – envelhecimento (perda de memória).
· Algumas desordens também podem ser disparadas ou pioradas com seu uso crônico como doenças degenerativas: (Parkinson, Alzheimer, retardo mental), fibromialgia, diabetes, tumores cerebrais, esclerose múltipla e lúpus.


Além disso, é totalmente contraindicado na gestação (recomendação para todos os adoçantes artificiais, pode ser utilizado à base de stévia ou sucralose). O aspartame é principalmente tóxico se pensarmos na sua exposição durante a gestação, pois o cérebro da criança em formação consegue captar 5x mais esse adoçante do que nos adultos e podem ter lesões no sistema nervoso.

Embora muito disponíveis em produtos industrializados os edulcorantes artificiais devem ser desencorajados. Isso não se refere à quantidade propriamente consumida estar ultrapassando os limites estabelecidos, pelo contrário, todos os adoçantes artificiais como o aspartame, ciclamato e sacarina tem seus limites diários regulamentados pela ANVISA e dificilmente a gente atinge esses níveis através do consumo diário. Não se trata disso, estamos falando de substâncias sintéticas que não se conhece, ou em muitos casos, já se conhece efeitos deletérios relacionados inclusive ao ganho de peso. Não significa que se eu não atingir a quantidade máxima regulamentada para um adoçante, que seu uso seja seguro para mim. Cada pessoa tem um nível de tolerância a uma determinada substância e pode sofrer as consequências dela mais precocemente.

Não é à toa que desde 2008 a ANVISA publicou uma resolução para limitar a quantidade de ciclamato e sacarina nos produtos industrializados (praticamente caiu à metade a quantidade que pode ser adicionada aos produtos). Ambas as substâncias já foram banidas do Canadá e EUA desde a década de 70, mas o seu uso ainda era considerado isento de efeitos colaterais aqui no brasil. Tudo partiu de estudos em animais (camundongos) mostrando maior risco de desenvolvimento de tumor de bexiga. As empresas agora tem 3 anos para se adequarem às novas regras. O ciclamato e sacarina também por conterem altos níveis de sódio são contraiindicados pela OMS para indivíduos hipertensos e com problemas renais. E as pesquisas apontam que os brasileiros são os maiores consumidores mundiais de adoçantes.
Dentre os adoçantes artificiais, temos ainda
Ciclamato

Seu poder adoçante é 50 vezes superior ao da sacarose. Entre as suas características estão a presença de sabor residual e a sua estabilidade em altas temperaturas. Não apresenta calorias.
Sacarina

Apresenta poder adoçante 200 vezes superior ao da sacarose podendo deixar sabor residual. Possui alta estabilidade em temperaturas elevadas. Devido à sua estabilidade, a sacarina é utilizada em vários alimentos, na indústria de cosméticos e de medicamentos. Não apresenta calorias. Na década de 80 foi associada a um maior risco de câncer de bexiga, a partir de estudos com ratos e o seu uso foi limitado.
Atenção: Indivíduos com alergia a sulfa também devem evitar consumir alimentos contendo sacarina, pois a molécula de sacarina é um derivado da sulfa.
Acessulfame-K (acessulfame potássio)

Feito do vinagre, não é digerido pelo organismo humano. É estável em altas temperaturas. Seu poder adoçante varia de 180 a 200 vezes superior ao da sacarose. Seu uso pode ser muito variado e é utilizado nas indústrias de panificação, confeitos, bebidas e produtos lácteos. Não apresenta calorias.
Sucralose

Ela é 600 vezes mais doce do que a sacarose. É feita da sacarose, com a adição de moléculas de cloro. É altamente estável em temperaturas elevadas podendo ser usada em produtos esterelizados, UHT, pasteurizados e assados. Além disso, pode ser utilizada em gelatinas e pudim em pó, sucos, compotas de frutas e adoçantes de mesa. Não apresenta calorias. Não é digerida pelo organismo
Tagatose

É extraida do soro do leite. A tagatose é um novo adoçante artificil produzido através da lactose, o açúcar do leite. A lactose é quebrada em glicose e galactose, a partir daí há uma modificação na molécula de galactose e ela adquire uma nova conformação se transformando em D-tagatose. Ela é 92% tão doce quanto o açúcar, mas não oferece impacto na glicose ou nos níveis de insulina, visto que não é digerida, passando intacta pelo organismo sem ser absorvida.

Alguns estudos apontam que ela inclusive consegue impedir a absorção de outros açúcares como a glicose, o que é interessante, sobretudo para indivíduos diabéticos. É o adoçante mais parecido com o açúcar em volume e sabor e pode ser misturada a outros adoçantes para melhorar a sua textura e sabor. O *FDA americano já considera o produto seguro para uso humano, permitindo a sua adição em alimentos, bebidas, cosméticos, pasta de dentes, assim como em medicamentos. Não deve ser consumida em excesso, para evitar distúrbios gastrintestinais como diarreia, náuseas e excesso de produção de gases.
Então qual é a recomendação quando falamos de adoçante?
Minha recomendação é procurar usar a stevia (o edulcorante mais natural), inclusive os diabéticos ou rodiziar os tipos de adoçante, para não haver o excesso de consumo de nenhum deles. O consumo de muitos alimentos contendo adoçantes artificiais deve ser desencorajado, pois não contem valor nutricional, “engana”o organismo que pensa que está comendo algo doce e possuem moléculas com efeito tóxico, sobretudo se forem adoçantes artificiais.
E com relação à quantidade de consumo, deve-se sempre procurar usar o mínimo possível. O ideal é até 1 a 2x ao dia, no máximo e procurar não fazer todos os dias. A questão não é o malefício de 2 a 3 gotas num café estou contraindicando o consumo de adoçantes várias vezes ao dia: aquela pessoa que consome o suco e café com adoçante, faz gelatina dietética, toma mate diet, refrigerante diet, faz sobremesas com adoçantes, enfim... daquela pessoa que se entorpece o dia todo.

 por Patricia Davidson Haiat

terça-feira, 2 de outubro de 2012




Açúcar mascavo X refinado

 

O açúcar  branco é o resultado de um processamento químico que retira da garapa a sacarose branca e adiciona produtos químicos – desconhecidos em sua maioria –, sendo que aditivos como clarificantes, antiumectantes, precipitadores e conservantes pertencem a grupos químicos sintéticos muitas vezes cancerígenos e sempre danosos à saúde. Devemos considera-lo como um produto quimicamente ativo, pois, sendo o resultado de uma síntese química e um produto concentrado. Quando são retiradas da garapa e do mascavo suas fibras, proteínas, sais minerais, vitaminas etc, resta apenas o carboidrato, pobre, isolado, razão pela qual devemos considerar o açúcar como um produto químico e não um alimento.
Em relação as calorias, o açúcar refinado tem maior teor calórico ( 99 cal ), enquanto o açúcar mascavo tem 90 cal / 100g do alimento.Só nos E.U.A, a média de consumo diário por pessoa é de 300 gramas, o que equivale a 9 quilos/mês ou 100 quilos/ano por pessoa.
O açúcar mascavo contém proteínas, gordura, cálcio, fósforo, ferro, vitamina B1, B2, niacina, vitamina C, sódio, potássio, magnésio, cobre e zinco, enquanto o açúcar refinado contém 0 (zero) desses nutrientes, e ainda rouba o estoque de minerais do organismo para ser  digerido e absorvido.
EFEITOS DECORRENTES DA INGESTÃO DIÁRIA DE AÇÚCAR BRANCO :
·   Perda lenta e constante de magnésio: infecções, câncer.
·   Perda lenta e constante de cálcio: cáries, osteoporose.
·   Precipitação e retenção de sais de cálcio: arteriosclerose.
·   Perda lenta e constante de vitaminas do complexo B, zinco e cromo: baixa imunidade, câncer de próstata  e diabetes.
·   Formação de placas bacterianas no sulco gengival: doença periodontal.
·   Acidificação constante do sangue: o organismo rouba cálcio dos ossos para neutralizar essa acidificação; desequilíbrio imunológico.
·   Perturbação do metabolismo glicídio: hiperglicemia, depressão e diabetes.
·   Perturbação do metabolismo lipídico: obesidade e arteriosclerose.
Podemos considerar também o açúcar como cancerizante, pois é imunodepressor, quer dizer, faz diminuir a capacidade do organismo quanto às suas defesas e principalmente por eliminar o importante íon magnésio, devido à forma excessiva como é consumido hoje.
A incidência do câncer de mama pode variar consideravelmente de um país para outro. Muito rara no Japão, por exemplo, a doença torna-se comum entre as japonesas que imigram para os Estados Unidos. Depois de estudar diversos fatores que explicassem o fenômeno, os cientistas Stephen Seely, da Universidade de Manchester, na Inglaterra, e D. F. Horrobin, do Instituto e Pesquisa Efamol, de Kentville, no Canadá, concentram suas atenções num deles, a alimentação – e, em  artigo publicado na última edição da revista inglesa New Scientist, levantaram a hipótese de que uma das causas do câncer de mama possa ser o açúcar.
Seely e Horrobin compararam os índices de consumo per capita de açúcar e as taxas de mortalidade por câncer de mama em vinte dos países mais ricos do mundo. Revelou-se que as nações que mais comem açúcar são exatamente as que apresentam mais óbitos – por ordem decrescente, a Grã-Bretanha, a Holanda, a Irlanda, a Dinamarca e o Canadá.
Os cientistas avançam uma explicação para as propriedades cancerígenas das sobremesas. Uma parte da glicose contida no açúcar – cerca de 30 por cento – vai direto para a corrente sanguínea. Para fazer face e esse súbito aumento da taxa de glicose no sangue, o pâncreas produz mais insulina, o hormônio encarregado de queimar açúcar. O tecido mamário depende desse hormônio para crescer. O mesmo acontece com as células do câncer de mama. Seely e Horrobin supõem que a inundação do seio pela insulina, em seguida à ingestão de açúcar, criaria assim as condições ideais para o surgimento do tumor.
Como pode-se notar é mil vezes melhor ingerir açúcar mascavo que nos dá minerais e vitaminas do que açúcar refinado, que nos rouba as vitaminas e minerais estocados no organismo, prejudicando o funcionamento das nossas células, tecidos e conseqüentemente de todo o organismo, gerando doenças como:
·   Arteriosclerose (endurecimento das artérias)
·   Arteriosclerose (placas de gordura coladas nas artérias)
·   Cálculos biliares
·   Câncer / Obesidade
·   Cáries dentárias / Osteoporose
·   Deficiência imunológica / Depressão
·   Diabetes mellitus / Hipoglicemia
Como produzir açúcar mascavo
O processo de refino e descoloração do açúcar retira a maioria das proteínas, vitaminas e sais minerais do caldo de cana. Segundo o pesquisador Roberto Machado, do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), há uma receita caseira para a produção de açúcar mascavo. O primeiro passo é moer a cana, para obter o caldo. Ele deve ser coado por intermédio de um pano, posto numa panela de ferro ou tacho de cobre e levado ao fogo. É preciso mexer sempre, com uma colher de pau, para não grudar no fundo ou empedrar. A partir desta etapa, é preciso ter sensibilidade para sentir o momento em que o caldo começa a ficar consistente e a cristalizar. É hora de pôr em formas e deixar secar. No processo industrial, a secagem é feita a vácuo. No processo artesanal, pode ser feita em forno com fogo baixo ou mesmo ao sol, protegida em pequenas estufas de vidro. Em pouco tempo, fica como rapadura, mas quebradiça. Quebre, depois, com um martelo de madeira e peneire. Armazene em potes de vidro, plástico ou metal.


Fonte: Dr. Marcio Bontempo e Dra. Sandra Regina Nogueira

 

segunda-feira, 1 de outubro de 2012





 perigo dos adoçantes artificiais



É cada vez maior a quantidade de produtos adoçantes vendidos no Brasil, o que muitas vezes gera dúvidas entre os consumidores sobre quais os mais indicados para consumo. Vejamos então uma explicação rápida sobre o assunto.
Os adoçantes podem ser divididos em dois grandes grupos: os adoçantes artificiais, voltados para diabéticos, e os adoçantes naturais, para consumidores em geral.
- Adoçantes naturais: em geral, são compostos por açúcares dos mais variados tipos (frutose, glicose, sacarose, etc), sendo que os mais nutritivos têm também quantidades significativas de minerais como ferro e cálcio. Existe também a planta stévia, que pode ser utilizada para adoçar diversas preparações, proporcionando valor energético muito baixo.
- Adoçantes artificiais: também conhecidos como edulcorantes, foram criados exclusivamente para pessoas que não conseguem processar glicose no organismo, ou seja, para diabéticos. Apesar de não conterem calorias, contêm diversos aditivos químicos, alguns deles comprovadamente prejudiciais à saúde a longo prazo.
Os adoçantes artificiais podem prejudicar a saúde porque não são reconhecidos pelo organismo, logo precisam ser eliminados, às custas de muito trabalho do fígado e dos rins. Além desse problema, há risco de que a substância “se instale” em determinadas células, causando alterações genéticas e até mesmo alguns tipos de câncer.
Mas a realidade é que muitas pessoas saudáveis consomem os adoçantes artificiais acreditando que, por não conterem calorias, não engordam. Engano. Isso porque quando o adoçante entra em contato com a boca, é dado um “sinal” ao organismo de que está entrando açúcar e este deverá ser digerido, mas se isso não acontece, o organismo “acumulará estes sinais” e absorverá mais açúcar simples dos próximos alimentos consumidos no dia. Em outras palavras, o adoçante pode fazer a pessoa saudável engordar mais do que se estivesse consumindo açúcar com moderação.
Para entender melhor, veja a tabela a seguir e compare os diversos tipos:
Açúcar mascavo e demerara
Extraídos do caldo-de-cana, o açúcar mascavo é a forma menos processada deste caldo, seguida pelo demerara que, apesar de um pouco mais processado, também preserva boa parte dos minerais da planta, tais como cálcio e ferro. Seu consumo não é recomendado para diabéticos.
Açúcar branco Cristal e Refinado
Passam por diversos processos industriais que fazem com que percam todos os minerais e vitaminas. Seu consumo está relacionado com cansaço, envelhecimento e pode levar à dependência leve.
Stévia (Stevia rebaudiana)
Planta indígena de sabor 400 vezes mais doce que a sacarose, é indicada para quem quer perder peso, para diabéticos e consumidores em geral. Melhor consumir a planta na forma natural, já que a forma industrializada geralmente contém os adoçantes artificiais também.
Frutose
Encontrada naturalmente na maioria das frutas e no mel de abelhas, este açúcar também é vendida na forma processada industrialmente.
Sacarina
Proibida nos EUA, esta substância derivada do petróleo adoça de 200 a 400 vezes mais que a sacarose (um tipo de açúcar). Há suspeitas de que o excesso dela possa causar câncer de bexiga. Não é indicada para hipertensos e pessoas com problemas renais.
Ciclamato
Cerca de 20 a 30 vezes mais doce que o açúcar, geralmente é encontrado em associação com a sacarina. Também é derivado do petróleo. Pesquisas recentes do IDEC (Instituto de Defesa do Consumidor) mostram que diversas marcas de refrigerantes diet no Brasil já contêm, em uma única dose (1 copo), quantidades de ciclamato superiores ao limite máximo de ingestão diária.
Aspartame
Seu poder adoçante é 180 a 200 vezes maior que a sacarose. Não deve ser consumida por portadores de fenilcetonúria (doença genética relacionada a retardo mental), já que contém fenilalanina. Suspeita-se que seu consumo excessivo esteja associado ao surgimento de certos tipos de câncer, Mal de Alzheimer e até mesmo lúpus.
Acessulfame K
Adoça cerca de 200 vezes mais que a sacarose. Pessoas com problemas renais que exigem restrição de potássio devem controlar rigorosamente o consumo desta substância.
Sorbitol, manitol e xilitol
Obtidos a partir do processamento industrial da glicose, frutose e xilose, respectivamente, apresentam valor energético aproximado ao da sacarose. Altas doses podem causar diarréia. Podem facilitar a formação de cálculos renais por favorecerem a perda de cálcio. Obesos e diabéticos descompensados não devem consumir sorbitol.

por Gabriela Cunha





CONHEÇA O PERIGO DOS ADOÇANTES



Saiba sobre os perigos do adoçante

Muitas pessoas utilizam o adoçante diariamente porque eles não fazem mal à saúde, mas será que isso é verdade?
Bom, a grande verdade é que vem crescendo o número de pessoas que preferem utilizar o adoçante. Entretanto, é necessário lembrar que os adoçantes artificiais em excesso podem trazer sérias conseqüências, principalmente para gestantes e crianças.
Sendo que os adoçantes são indicados apenas para pessoas obesas e diabéticas, pois as mesmas não podem consumir o açúcar devido a algumas substâncias.
Porém, é importantíssimo que a pessoa tenha um acompanhamento médico, uma vez que cada organismo reage de uma forma, sendo necessário que o médico esteja acompanhando de perto o tratamento caso haja alguma complicação.
Algumas substâncias presentes no adoçante podem fazer muito mal a nossa saúde, por esse motivo deve haver um consumo moderado a fim de evitar graves problemas. Sendo importante ficar atento e de preferência, seguir as orientações de um profissional.
Considerando que o auto-consumo pode resultar em agravamento ou aparecimento de algumas doenças.


fonte site:  http://atualizem.net/saiba-sobre-os-perigos-do-adocante/


   Perigo dos adoçantes



Muito se tem falado sobre os adoçantes artificiais. Muitos são os e-mails, recebidos pelo site de Nutrição do Portal Orgânico, solicitando esclarecimentos sobre a utilização desses produtos.
A posição do site de Nutrição do Portal Orgânico em relação aos adoçantes artificiais, é a preconizada pela nossa consultora e colaboradora *Dra. Elaine de Azevedo, descrita em seu livro: "Alimentos Orgânicos", que transcrevemos a seguir:
"É importante mencionar o perigo dos adoçantes artificiais ou edulcorantes - a sacarina, o ciclamato e o aspartame - cujo uso é incentivado indiscriminadamente na mídia pela indústria farmacêutica.
A imagem da magreza, relacionada ao uso de adoçantes artificiais, em contraposição à obesidade e ao consumo de açúcar, utilizada na mídia, é muito simplista para dar conta da complexidade dos problemas relativos à obesidade. Além disso, as propagandas ignoram a ação tóxica dos adoçantes artificiais e as repercussões do seu uso na saúde humana. O aspartame é uma neurotoxina, ou seja, uma droga que destrói o sistema nervoso e o cérebro. Sua molécula tem três componentes: o ácido aspártico, a fenilalanina e o metanol. O ácido aspártico causa lesões cerebrais em experiência com animais. A fenilalanina existente no aspartame é neurotóxica, quando isolada dos outros aminoácidos das proteínas.
Facilita a ocorrência de ataques epiléticos e bloqueia a produção de serotonina, que é uma das substâncias existentes no cérebro para regular o sono. Níveis baixos de serotonina, além de insônia, provocam depressão, angústia e alterações no humor. O metanol, depois de ingerido, converte-se em formalteído e ácido fórmico (principal componente do veneno das picadas da formigas). O formaldeído também é uma neurotoxina de ação cancerígina e faz parte do mesmo grupo das drogas como cianeto e arsênico.
Segundo o médico oncologista Dr. Juvenal Antunes Oliveira Filho, apesar de possuir um poder de adoçamento muito maior que o açúcar de cana comum, aliado a baixíssimas calorias, o uso constante de adoçantes artificiais pode criar problemas para o organismo, incluindo o aparecimento e agravamento de tumores em vários órgãos. Os ciclamatos foram proibidos nos EUA, mas continuam sendo vendidos livremente no Brasil. Nos anos 70 o Ministério da Saúde brasileiro proibiu a comercialização da sacarina, quando pesquisadores norte-americanos alardearam que esse adoçante poderia provocar câncer da bexiga em ratos. O câncer de bexiga é o segundo de maior incidência dos órgãos urogenitais no público masculino, perdendo apenas para o de próstata e representando 3% do total de tumores no Brasil. Órgãos oficiais prevêem aumento de 50% dos casos no mundo até 2020.
Segundo o médico,o aspartame pode estar relacionado com o desenvolvimento da doença de Alzheimer e de tumores cerebrais, cuja incidência tem crescido significativamente, embora não exista prova concreta dessa relação em ambas as doenças (Oncocamp, 2004). Leaderer (1991) desenvolveu estudos que mostram que o ciclamato, o aspartame e a sacarina usados em produtos light causam câncer de bexiga em cobaias.
Pesquisadores alertam que níveis baixos de aspartame desequilibram a função das glândulas pituitárias de camundongos. O bom funcionamento desta glândula garante o equilíbrio de inúmeros processos bioquímicos no organismo (Schainker; Olney, 1974). Alguns pesquisadores alertam para o fato de que o uso do aspartame de ação neurotóxica, pode estar relacionado a doenças sérias como o mal de Alzheimer, esclerose múltipla, doença de Parkinson e lúpus sistêmico.
Também disfuções como tontura, dores musculares, pressão alta, hemorragia de retina e depressão são associadas ao uso contínuo de adoçantes artificiais na dieta através de refrigerantes, de sucos de frutas, chocolates, balas, chicletes e produtos light em geral.
Uma lista de cinquenta e sete estudos científicos sobre as consequências do uso desse adoçante pode ser encontrada no sítio eletrônico do Aspartame Victims Support Group: http://presidiotex.com/aspartame/index.html - acesso em 2 jun 2005.
Com a expansão das dietas de redução calórica e com o crescimento da produção em larga escala de produtos diet e light, o uso de edulcorantes tem aumentando muito nos últimos anos. Essa tendência mais a correlação entre o câncer e os adoçantes, fez com que a Organização Mundial de Saúde recomendasse a ingestão diária do ciclamato em valores localizados entre 0,1 a 11 mg de adoçante por kg de peso corporal como aceitável, evitando intoxicações e maiores riscos à saúde (Fallon; Enig, 1999).
Os refrigerantes, chocolates, chicletes, geléias e outros produtos adoçados artificialmente - alguns conhecidos como sugar free - representam um grande perigo para a população. Os edulcorantes são medicamentos e só deveriam ser utilizados com moderação pelos diabéticos, que podem optar por um adoçante natural, a planta stévia, na forma de chá concentrado ou em pó, industrializada. Porém, é preciso certificar-se de sua pureza e integridade através das indicações do rótulo, pois muitos adoçantes à base de stévia, vendidos no mercado, contêm também adoçantes artificiais. Alerta-se que mesmo essa planta deve ser usada sob prescrição dietética".
Nota da Redação:
Texto extraído do livro: "Alimentos Orgânicos" gentilmente cedido pela autora Dra. Elaine de Azevedo. Para adquirir o livro e ter acesso a todo conteúdo, entre em contato com a autora através do e-mail: elaine@portalorganico.com.br
*Sobre a autora: A Dra. Elaine é nutricionista, especializada em Nutrição Antroposófica pela Associação Brasileira de Medicina Antroposófica, mestre em Agroecossistemas pela UFSC e doutoranda em Sociologia Ambiental pela mesma universidade. É consultora e ministra aulas em diversos cursos de Agricultura Orgânica e Biodinâmica no país. É consultora e colaboradora do site de Nutrição do Portal Orgânico e autora de dois livros: Alimentos Orgânicos e Trofoterapia e Nutracêutica, um livro com dieta e orientações nutricionais.


 Dra. Elaine de Azevedo
Fonte: Equipe Portal Orgâni


 

terça-feira, 15 de maio de 2012

Conheça as propiedades terapeuticas do suco de Noni

A planta noni é um arbusto ou pequena árvore que cresce de três a seis metros. A planta do noni tem um tronco reto, grandes folhas elípticas, flores brancas tubular e ovóide frutos amarelos de até 12 cm de diâmetro. O fruto maduro de Noni tem um gosto não tão agradável e odor.
Peças usadas: Todas as partes da planta noni pode ser utilizada: raízes, caules, cascas, folhas e flores e, claro, as frutas.
Fitoquímicos
Ácido Octoanoic, Escopoletina, Damnacanthal, Terpenóides, antraquinonas, ácido capróico, Ácido ursólico, Rutina
Propriedades medicinais
Noni tem sido relatada a ter uma gama de benefícios de saúde para resfriados, câncer, diabetes,
asma, hipertensão, dor, infecção de pele, pressão arterial alta,
depressão mental, aterosclerose e artrite.
O noni contém os compostos antibacterianos nos frutos (acubin,
L-asperuloside e alizarina) e raízes (anthrauinones). Noni escopoletina
conatins que inibe o crescimento de Escherichia coli, Que é responsável por infecções intestinais e Heliobacter pylori, O que provoca úlceras.
Damnacanthal, que é encontrado em The Roots noni, inibe a tirosina quinase e dá a atividade antitumoral do noni.
Outros fatos
As propriedades medicinais do Noni foram descobertos mais de 2000 anos atrás, pelos polinésios, que
importaram a fruta do sudeste asiático. Hoje, a fruta noni é comido em
muitas partes do mundo, principalmente nas ilhas do Pacífico, Sudeste
Asiático e Austrália. Aqueles que se recuperou de uma doença após comer
a fruta noni chamou? O fruto de Deus?.
Em 2003, o suco de noni foi aprovado pela Comissão Europeia como um
alimento e foi autorizado a ser comercializado na União Europeia. Um
alimento é o alimento ou ingrediente alimentar que não foi utilizada de
forma significativa na UE antes de 15 de maio de 1997. Antes de
qualquer produto novo alimento pode ser introduzido no mercado europeu
que deve ser rigorosamente avaliado para a segurança.
Outros nomes
Indian mulberry, nono, nonu, fruta de queijo, Ba Ji Tian 

Fonte: http://amigosdacura.ning.com/